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ARTIGOS

sábado, 22 de julho de 2017

REVISÃO para o ENEM - FILOSOFIA & SOCIOLOGIA

O ENEM está se aproximando e chegou a hora de revisar os conteúdos estudados durante o ano.

A REVISÃO FILOSOFIA & SOCIOLOGIA para o ENEM com o professor Salviano Feitoza vai abordar a parte teórica dessas disciplinas e resolver questões para você conferir na hora o que você já sabe e acabar com todas as suas dúvidas.

QUANDO COMEÇA: 05 de setembro de 2017

QUAIS OS HORÁRIOS: 

Terças-feiras, das 18h às 19h20 (turma 1)

Quartas-feiras, das 17h40 às 19h (turma 2)

Para maiores informações, ligue para 81. 4109-1084 ou 81.98641-3837 (whatsapp)

VEJA TAMBÉM:



domingo, 9 de julho de 2017

ÉTICA E MORAL 1 - VÍDEO AULA

Nesta aula temos uma introdução ao estudo da filosofia moral, também estudada a partir da relação entre ética e moral. Abordaremos o que é uma situação limite e como tanto ética quanto moral dizem respeito ao questionamento sobre o que fazer.















SAIBA MAIS:

Ética

sábado, 1 de julho de 2017

INVISIBILIDADE SOCIAL

Tratar de invisibilidade social é abordar a vida em sociedade a partir da questão: o que é ser alguém?

Pode-se definir invisibilidade social como sendo a situação em que indivíduos / grupos não são notados. É importante considerar uma ampliação do que seria ser notado: tanto pode ser a situação em que não se vê uma pessoa por causa da função que ela desempenha no mundo do trabalho quanto pode ser a situação em que indivíduos/grupos não usufruem de direitos e as possibilidades de reivindicarem e terem suas necessidades atendidas é mínima (em extremos: nula).

O que produz invisibilidade social é a estratificação. Sendo estratificação a distribuição desigual de riqueza, prestígio e poder e, a partir desta distribuição, indivíduos ocuparão lugares sociais mais ou menos bem vistos ou bem quistos. Um exemplo que se pode dar é o do vendedor de picolé que a mãe não quer que seja seu genro ou da garota de programa que o pai não aceita como nora.

Que Horas Ela Volta? aborda, entre outros temas,
a invisibilidade social de quem exerce funções fundamentais
mas que ocupam uma posição social de baixo prestígio
Os exemplos dados mostram como no mundo do trabalho temos uma sociedade que legitima algumas profissões e não aceita outras. São as inaceitáveis que carregam amargamente o manto da invisibilidade social. É importante identificar que não aceitar não implica não precisar, pois o que se pode observar é que essa mesma sociedade que não aceita a garota de programa ou o vendedor de picolé como membros de sua família, grita pelo vendedor na praia e contrata as “acompanhantes” para animar eventos considerados de alta estirpe.

Exemplos mais contundentes de invisibilidade social no campo do trabalho são os dos garis, dos “tios e tias” da limpeza em repartições públicas, empresas etc. Para demonstrar essa invisibilidade, pergunto para você que lê este texto: sabes o nome daquele que limpa o banheiro da escola em que estudas? Da moça que está na portaria a quem você recorre para que ligue para sua família em situação de necessidade? Pronto! Acabas de entender de maneira prática a invisibilidade no campo do trabalho.

A invisibilidade social extrapola o âmbito do trabalho e está no campo da cidadania, do usufruto de direitos. Aqui podemos direcionar nosso olhar para aqueles e aquelas para quem a possibilidade de participar da riqueza coletiva (direitos sociais) é praticamente nula: são moradores/as de rua, crianças e adolescentes em situação de risco, pessoas trans, homoafetivos/as e quem não fizer parte do chamado “padrão”.

Se você já pensou, em alguma situação, algo do tipo: “mas é só ‘trombadinha’; é só uma mendiga; pra que isso tudo? É só um bêbado!” então você, sem notar, ostentou o manto da invisibilização social, invisibilização que não identifica em nenhuma dessas situações a possibilidade de existir ali um sujeito de direitos, alguém que mereceria, como se diz no cotidiano, alguma consideração.


Quem, sem saber, usa o manto da invisibilização, não percebe, mas quem é invisibilizada/o percebe com mestria o que acontece, tanto no mundo do trabalho quanto nas ruas. No primeiro caso, basta mais atenção para perceber que funcionárias/os sempre tiram a farda quando termina o dia de serviço porque dessa forma são percebidos como “gente” (pense se em algum momento você não se espantou quando percebeu que aquele rapaz tão belo é o zelador de seu prédio) e, no segundo caso, quando se conversa com eles/as e se ouve frases do tipo: adianta não, moço, a gente é nada não.


sexta-feira, 16 de junho de 2017

JORNADA DO HEROI E DA HEROÍNA


Já reparou que muitos filmes, séries e mesmo novelas seguem um padrão, de acontecimentos que se repetem? Primeiro conhecemos a personagem principal e o local em que vive. Geralmente é uma vida de paz e tranquilidade que é afetada radicalmente pela chegada de alguém muito forte e que quer algo de valor. Pode ser uma peça, uma joia, uma arma que é capaz de alterar a ordem do universo e até destruí-lo.

O mocinho vê o local em que vive ser quase totalmente destruído e a pessoa que ama ser levada e tem que ir em busca tanto da pessoa que foi raptada (seu amor muitas vezes secreto) e evitar o fim de tudo o que existe. Para conseguir salvar tudo, tem que despertar o poder que há em seu interior contará com mestres e amizades para tanto. A batalha final decidirá tudo e, geralmente, o vilão é derrotado e tudo volta ao normal.


Essa estrutura resumida aqui é a JORNADA DO HERÓI E DA HEROÍNA e faz parte de toda narrativa mitológica antiga, tendo chegado aos dias atuais como estrutura das narrativas de inúmeros filmes, seriados e novelas.  

SAIBA MAIS

quarta-feira, 14 de junho de 2017

ESQUEMA MONSTRO - VISÃO DE MUNDO RACISTA

Pensar o racismo, e especificamente o racismo antinegro, é compreender as estruturas que promovem e sustentam a manutenção e reprodução de uma visão de mundo discriminatória, que atribue uma posição social de inferioridade a uma população tendo como ponto de partida a origem étnica, a cor da pele, a fibra do cabelo e as criações culturais.

Racismo antinegro (ou qualquer outra visão de mundo inferiorizante) não é essencial. O que isso quer dizer? Que não se nasce racista, machista, homofóbico e nem respeitador ou respeitadora das diferenças, porque tanto uma atitude quanto a outra são parte do processo de socialização que é iniciado quando se nasce e é afirmado durante toda a vida das pessoas.

Assim, durante a vida somos educadas, de maneira implícita, a inferiorizar pessoas a partir de características ligadas a expressões afro-brasileiras. Quando alguém é acusado de racismo, deve levar em consideração, antes de reagir negando que seja, que foi educado em um processo de socialização que inferiorizou – e inferioriza – pessoas de um grupo étnico inteiro e a maior parte das suas formas de estar e viver e que assim como essas estruturas foram construídas, precisam ser desconstruídas social e culturalmente.


Pense nisso. 

VEJA TAMBÉM: